Apoteótico são teus olhos, menino da pele clara de barba inexistente e que na verdade este sexo não te faz presente. E as manhãs de verão antes tão claras tornaram-se tão escuras a ponto de não mais enxergar o que não sejas tu paixão. E tudo o que toco quando não esta aqui é frio e arenoso, e minhas mãos clamam por tua pele, então, me diz o que faço com esse desalento, me diz o que faço sem você então? A ultima curva é aberta e já consigo ver o fim, por fim, enfim.
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