quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Do que adianta?

Do que me adianta olhares escuros e turvos, se agora tenho um olhar claro e límpido?
Do que me adianta tantas palavras, quando o silêncio me disse tudo?
Do que adiantava tantas noites um céu estrelado, se não tinha uma estrela brilhando ao meu lado, para mim e por mim?
Pausar, Parar, estagnar... Faço em nome do destino que escrevo, na hora que não estava a procurar.

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