Quando me acordares com teus acordes, mantenha-me num sonho bom, em um sonho de realidade em que me reduza ao pó, pois no pó somos iguais, sem oposto, sem impostos, sem ninguém mais.
Quando me acordares na manha seguinte, conta até vinte, abrirei meus olhos com vontade e irei ver teu rosto lindo sorrindo pra mim.
E na outra manhã inventa, fica a vontade, eu sou tua metade, sou uma maça que mordes com vontade, com uma febre terçã.
Tem todas as manhãs tem todos os dias, e com alegria te quero junto a mim, mas espero que daqui a três anos, não troque de panos e pense que foi um engano me ter todas manhas.
E enquanto tarde te digo: espero a noite me chegar como abrigo, teus braços e meus abraços se encontrarem até que chegue a hora de acordar e quando me acordares...
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Sem titulo
Os olhos que me despertaram de um sono quase eterno, foram os mesmos que me acorrentaram dentro de um poço profundo. Da inquietação do meu ser se fez meu adoecer, desde o dia que ousei olhar aqueles olhos, olhos que pareciam tristes, mas que tinham uma força que não se sabia antes. E eu por azar ou por sorte, despertei essa força em direção a mim.
Esta força que outrora adormecia dentro de uma tristeza, se voltou para mim quase que por me destruir, pois o olhar que me nutria, junto a um tom doce de uma voz que ecoava, se perdeu dentro da noite em que a boca foi beijada.
Juro que não sabia, aqueles olhos agora me consumiam, tirou a paz de mim, me roubando de forma lasciva e nociva do meu eu centrado, os olhos de tristeza agora possui sua força real, um olhar destruidor e apoderador.
Por menos de uma semana, ele realmente se mostrou depois de um beijo, mas sinto que posso sair o olhar às vezes desvia, e por um segundo, um segundo que me resta sei que posso sair, e até me redimir, trarei a tristeza novamente para aqueles olhos, a força ira então adormecer e eu por minha vez voltarei a viver.
Esta força que outrora adormecia dentro de uma tristeza, se voltou para mim quase que por me destruir, pois o olhar que me nutria, junto a um tom doce de uma voz que ecoava, se perdeu dentro da noite em que a boca foi beijada.
Juro que não sabia, aqueles olhos agora me consumiam, tirou a paz de mim, me roubando de forma lasciva e nociva do meu eu centrado, os olhos de tristeza agora possui sua força real, um olhar destruidor e apoderador.
Por menos de uma semana, ele realmente se mostrou depois de um beijo, mas sinto que posso sair o olhar às vezes desvia, e por um segundo, um segundo que me resta sei que posso sair, e até me redimir, trarei a tristeza novamente para aqueles olhos, a força ira então adormecer e eu por minha vez voltarei a viver.
Cansaço
De todo o cansaço e de todo o dia que trago em minha costas, não deixei te levar por um milésimo de segundos sequer em meu peito. Carrego-te comigo como escudo a me proteger, carrego-te como canção, como prece... Carrego-te comigo sem peso, mas com leveza que me faz flutuar, e apesar de todo o cansaço sem ti sei que nem me ergueria, pois se trabalho é apenas pra poder te contemplar uma hora, pra preencher esse tempo vazio de tua presença e a noite quando chego assim cansada vou deitar-me para te encontrar em meus sonhos e diminuir este tempo que me afasta de ti.
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